Madrugada chegando.
A agilidade dos dedos para digitar não é a mesma.
Será efeito da cerveja?
Pode.
Será efeito do astral?
Pode.
De qualquer forma, nada melhor que curtir uma seleção de música
brasileira, a dedo, no silêncio da sala.
A música e você.
A cerveja e o cigarro.
Apologia ao vício.
Ao bom vício.
Brigas, de Evaldo Gouvea e Jair Amorim, leva uma lata toda.
Assim Caminha a Humanidade, com Emílio Santiago, leva outra.
Cafuné, com Maurício Mattar, leva outra.
E no final do Cd, ao menos você está anestesiado.
Bom para um fim de sexta-feira.
Agora é soninho.
Até amanhã.
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