Quem gosta de cozinhar, gosta!!!
Dezenas de amigos comentaram comigo sobre o Ceviche, aquele peixe peruano que errei por aqui. E alguns disseram que é, realmente, uma delícia.
Agradeço os comentários e emails, além dos telefonemas.
E meu amigo Zico Garcez me envia comentário dizendo que pode preparar um Ceviche para que eu tire má impressão causada pelo meu, que deu errado.
Vamos, sim, amigo Zico. Vamos marcar e vou aprender a fazer e a degustar.
Mas ontem, me vinguei.
A vingança do cozinheiro traumatizado.
Vingança na boa, pois a receita era deliciosa e o preparo foi metodicamente feito.
Frango com molho de laranja e vinho branco.
E olhe, ficou especial.
Chato quem cozinha dizer que ficou bom, mas ficou mesmo.
Demora um pouco, porque depois de temperado, o frango fica uma hora na geladeira e
somente depois disso ele vai para a frigideira.
Vou colocar a receita aqui depois, pois agora estou preparando outra: uma paella.
Vamos ver no que dá, seguindo a receita valenciana, passo a passo.
E veja só: a cozinha virou um hobby e levado a sério, te apresenta momentos de prazer.
Um detalhezinho aqui, outro acolá, você se apega comprando temperos, cheirando verdinhos, analisando consistência da carne, escolhendo a melhor fruta, coisas de quem gosta de mexer com isso.
Não pretendo virar chef de cuisine, mas um bom cozinheiro já me satisfaz.
Dizem que para virar chef, você precisa criar um prato, uma receita e esta ser aprovada pelos entendidos. Não vou chegar até isso.
Mas uma boa receita, com um bom astral, aí sim, tô dentro.
E quanto ao Ceviche, depois que eu provar o que o Zico vai preparar, eu conto aqui.
No mais, mão na massa.
Vamos encarar uma paella na hora do almoço.
Bom final de semana aos amigos, gourmets, cozinheiros e apreciadores de uma boa cozinha.
QUE BOM TER VOCÊ AQUI
Quem escreve, raramente escreve somente para si próprio.
Assim, espero que você leia, goste, curta, comente, opine.
E tem de tudo: de receitas a lamentos; de músicas à frases: de textos longos a objetivos.
Que bom ter você aqui....
Assim, espero que você leia, goste, curta, comente, opine.
E tem de tudo: de receitas a lamentos; de músicas à frases: de textos longos a objetivos.
Que bom ter você aqui....
sábado, 6 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
2010?Já foi.....
Nem bem começou e já estamos no carnaval.
Pode crer que a partir da 4a.feira, dia 10, tudo começa a andar mais vagarosamente.
Aulas na 5a. e 6a., nem pensar.
Reuniões, nos dias 11 e 12, difícil!!!!
Assuntos sérios, só se for morte de parente ou de sogra.
Daí, tudo fica parado até dia 22, pois nos dias 18 e 19, só o absolutamente necessário
estará em funcionamento.
Daí, quando a coisa começar a engrenar, Copa do Mundo.
Estréia do Brasil em 15 de junho, acho.
E isto que até junho, temos sexta-feira da paixão, no dia 02 de abril(6a.feira) e
Tiradentes, em 21 de Abril(4a.feira).
A Copa, se der certo, o Brasil vai ficar em compasso de espera para ver o resultado final.
Se formos para a final, o país volta a andar só depois da Copa.
Andar, mas nem tanto, pois vem eleições por aí.
E das pesadas.
Para o Governo vai ser porrada e para deputância e senado, mais porrada ainda.
Eleitores se renovaram, se reciclaram, começaram a ver panetones voando e
dinheiro nas cuecas e meias de parlamentares.
Além de comportamentos estranhos e condenáveis de políticos.
E tem Corpus Christi em junho, no dia 03 e 7 de setembro e 8 de setembro,
em plenas 3a. e 4a. feiras.
Depois da eleição, 15 de novembro tem a proclamação da república e depois, acabou o ano.
Se for deste jeito, surigo que já comecemos a preparar 2011.
Saudemo-nos com feliz ano novo diariamente, pois este ano vai ser vapt-vupt!!!!
E isto se não tivermos gripe suína, mais alagamentos e tragédias, aviões que caíram e mataram centenas de pessoas, atentados em Nova York e tragédias nacionais que abalarão o país.
Eita aninho diferente este 2010....E nem inverno vai ter..Ao menos, parece.
Mas tomara que seja de saúde para todos e de momentos de alegria para muitos.
Trabalhar a gente vai, só que no estilo baiano: em slow motion.....
Ninguém é de ferro.....
E viva o Brasil.....país rico, sem problemas.
Com Dilma ou sem Dilma, com Serra ou sem Serra, com quem for, que sejamos felizes.
Ao menos isto.....
Feliz 2011 para todos.
Pode crer que a partir da 4a.feira, dia 10, tudo começa a andar mais vagarosamente.
Aulas na 5a. e 6a., nem pensar.
Reuniões, nos dias 11 e 12, difícil!!!!
Assuntos sérios, só se for morte de parente ou de sogra.
Daí, tudo fica parado até dia 22, pois nos dias 18 e 19, só o absolutamente necessário
estará em funcionamento.
Daí, quando a coisa começar a engrenar, Copa do Mundo.
Estréia do Brasil em 15 de junho, acho.
E isto que até junho, temos sexta-feira da paixão, no dia 02 de abril(6a.feira) e
Tiradentes, em 21 de Abril(4a.feira).
A Copa, se der certo, o Brasil vai ficar em compasso de espera para ver o resultado final.
Se formos para a final, o país volta a andar só depois da Copa.
Andar, mas nem tanto, pois vem eleições por aí.
E das pesadas.
Para o Governo vai ser porrada e para deputância e senado, mais porrada ainda.
Eleitores se renovaram, se reciclaram, começaram a ver panetones voando e
dinheiro nas cuecas e meias de parlamentares.
Além de comportamentos estranhos e condenáveis de políticos.
E tem Corpus Christi em junho, no dia 03 e 7 de setembro e 8 de setembro,
em plenas 3a. e 4a. feiras.
Depois da eleição, 15 de novembro tem a proclamação da república e depois, acabou o ano.
Se for deste jeito, surigo que já comecemos a preparar 2011.
Saudemo-nos com feliz ano novo diariamente, pois este ano vai ser vapt-vupt!!!!
E isto se não tivermos gripe suína, mais alagamentos e tragédias, aviões que caíram e mataram centenas de pessoas, atentados em Nova York e tragédias nacionais que abalarão o país.
Eita aninho diferente este 2010....E nem inverno vai ter..Ao menos, parece.
Mas tomara que seja de saúde para todos e de momentos de alegria para muitos.
Trabalhar a gente vai, só que no estilo baiano: em slow motion.....
Ninguém é de ferro.....
E viva o Brasil.....país rico, sem problemas.
Com Dilma ou sem Dilma, com Serra ou sem Serra, com quem for, que sejamos felizes.
Ao menos isto.....
Feliz 2011 para todos.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
MUITO BOA
O GREGO
E a professora pergunta para a classe:
- alguém pode me dizer qual o nome do filósofo grego, autor
da emblemática frase "Só sei que nada sei?".....
E o Joãozinho gritou do fundo da sala:
" Puuuutaqueeeoooparioooooo fessora: não vai me dizer que o Lula,
além de tudo, é grego???"
E a professora pergunta para a classe:
- alguém pode me dizer qual o nome do filósofo grego, autor
da emblemática frase "Só sei que nada sei?".....
E o Joãozinho gritou do fundo da sala:
" Puuuutaqueeeoooparioooooo fessora: não vai me dizer que o Lula,
além de tudo, é grego???"
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
CEVICHE...se vc visse!!!!
Sabe quando tudo dá errado?
Você segue a receita, passo a passo.
Vai ao mercado, um quilo de filé de linguado(do bão), ingredientes selecionados,
tudo pronto.
Chega em casa, prepara tudo, segue a receita passo a passo, de novo, afinal, é
do Ivan Wetsel.....
Faz tudo direitinho, revisa, aplica, coloca na geladeira e aguarda uma hora.
Vai pra mesa, expectativa......
Prova, um olha pro outro....uma merda.
Uma merda talvez pelo nosso paladar, uma vez que é uma receita peruana
e lá eles devem achar uma delícia.
Tenta salvar, leva tudo pra frigideira, coloca alcaparras e........
cagou de vez. Cebola rocha no meio.....Viche!!!!
Joga tudo fora, lamenta o ocorrido, dá pena pelo linguado, filés lindos, mas
abre o nuggets, coloca no forno e vai pra mesa de novo.
Cervejinha gelada, papo do bom, nuggtes torradinho, molhinho rosè e pronto.
O tal do ceviche, só se você visse.....que cagada.
Nunca mais.
Pode ser bom na Bolívia ou em Alagoas, onde tem um restaurante especializado na
receita.
Vi, gostei e fui tentar, com o apoio do Ivan Wetsel.
Deu no que deu.
Mas cozinha tem disto.
Um dia, sem saber, a gente não acerta.
Se bem que os ingredientes eram de primeira linha....
Mas valeu.
Nada como um bom mignon ao molho de mostarda ou aquele mignon a 4 queijos.
E peixe, só no forno com manteiga derretida e alcaparra.
Chega!.
Até a próxima.
Sem receitas peruanas..........
Você segue a receita, passo a passo.
Vai ao mercado, um quilo de filé de linguado(do bão), ingredientes selecionados,
tudo pronto.
Chega em casa, prepara tudo, segue a receita passo a passo, de novo, afinal, é
do Ivan Wetsel.....
Faz tudo direitinho, revisa, aplica, coloca na geladeira e aguarda uma hora.
Vai pra mesa, expectativa......
Prova, um olha pro outro....uma merda.
Uma merda talvez pelo nosso paladar, uma vez que é uma receita peruana
e lá eles devem achar uma delícia.
Tenta salvar, leva tudo pra frigideira, coloca alcaparras e........
cagou de vez. Cebola rocha no meio.....Viche!!!!
Joga tudo fora, lamenta o ocorrido, dá pena pelo linguado, filés lindos, mas
abre o nuggets, coloca no forno e vai pra mesa de novo.
Cervejinha gelada, papo do bom, nuggtes torradinho, molhinho rosè e pronto.
O tal do ceviche, só se você visse.....que cagada.
Nunca mais.
Pode ser bom na Bolívia ou em Alagoas, onde tem um restaurante especializado na
receita.
Vi, gostei e fui tentar, com o apoio do Ivan Wetsel.
Deu no que deu.
Mas cozinha tem disto.
Um dia, sem saber, a gente não acerta.
Se bem que os ingredientes eram de primeira linha....
Mas valeu.
Nada como um bom mignon ao molho de mostarda ou aquele mignon a 4 queijos.
E peixe, só no forno com manteiga derretida e alcaparra.
Chega!.
Até a próxima.
Sem receitas peruanas..........
recreio
Caminhando pelo centro de Curitiba, como normalmente faço, parei na esquina da
Muricy com a XV.
Parei e fiquei parado.
Em meio aos sons de buzina, barulho, carros, ônibus, vozes, me concentrei onde hoje
existe uma banquinha de jornais feita de acrílico e sumiram os sons em volta.
Alí, pelos idos de 1973, existiam dois bancos de madeira, conservados, logo que o calçadão
virou calçadão e não passava mais carro na XV.
Saíamos das aulas do Camões, na esquina, para curtir as horas de recreio na calçada, em frente
à antiga Lanchonete Colombo, onde hoje é o Aristides e a Lancaster, onde existia o melhor madrilenho da cidade.
Turma da boa, gente que era gente(e ainda é), pessoas amigas de sangue bom.
Marquinho, Gil Caldas, Carlos Homero, Kita, Silmara, Silvana Fabianne, Mariane Knauer, Regina Pisa, Gracinha, Vera Mussi, Claudinho Barry e demais amigos de corredor, zanzavam por alí até o retorno para a 4a. aula.
Quando muito, assistíamos a um show da Gilda, aquela carinhosa travesti e amiga da gente e víamos um monte de gente matando aula na XV, para ver o calçadão, acho!!!!
E nesta época, a convivência era sadia, amizade oriunda de sala de aula, coisa boa de viver.
Era época de No Woman no Cry, com Gilberto Gil.
Era época da chegada dos Chevettes, todos com rodas e sempre brilhando de limpos.
Era época boa de festas de 15 anos(ainda), mas festas que reuniam pessoas de bem.
E, era uma época salutar de rodas de samba, onde a maioria dos citados acima e mais alguns
sabiam todas as letras de Vinicius de Moraes, sem se aperceber o que aquilo queria dizer.
E nos recreios, quando o papo ficava bom, a 4a. aula ia pro saco.
E dalí para uma empada no Caruso, era um pulo.
Regina usava calça jeans e um collant da Smugller, com aquele cabelo preto até a cintura.
Kita e Silmara, inseparáveis, amigas de Rio Azul desde a infância.
Uma noite, Marco e eu fomos ao Parque em frente ao Passeio Público com Silmara e Kita só para andar de roda gigante.
Homerinho sempre alegre. Gilzinho às vezes meio fora do ar, mas grande amigo.
Silvana Fabianne, impecável já às sete da manhã.
Amizades dos bancos escolares, às vezes traduzidas em namoros, até hoje inesquecíveis....
ou às vezes traduzidas em parcerias, até hoje existentes.
Bons tempos.
Tempos onde o Taiguara cantava e nós entendíamos.
Tempos onde ir na saída do Inter, atrás do Guairão, era uma belo programa.
Tempos onde andávamos a pé, de mãos dadas e a cidade não existia.
Somente nos acolhia.
Tempos que torço para que os jovens de hoje revivam, mas que apresentam mudanças de comportamento.
Segue a vida.
Seguimos nós com recordações e saudades.
Valeu a pena.
E muito......
Muricy com a XV.
Parei e fiquei parado.
Em meio aos sons de buzina, barulho, carros, ônibus, vozes, me concentrei onde hoje
existe uma banquinha de jornais feita de acrílico e sumiram os sons em volta.
Alí, pelos idos de 1973, existiam dois bancos de madeira, conservados, logo que o calçadão
virou calçadão e não passava mais carro na XV.
Saíamos das aulas do Camões, na esquina, para curtir as horas de recreio na calçada, em frente
à antiga Lanchonete Colombo, onde hoje é o Aristides e a Lancaster, onde existia o melhor madrilenho da cidade.
Turma da boa, gente que era gente(e ainda é), pessoas amigas de sangue bom.
Marquinho, Gil Caldas, Carlos Homero, Kita, Silmara, Silvana Fabianne, Mariane Knauer, Regina Pisa, Gracinha, Vera Mussi, Claudinho Barry e demais amigos de corredor, zanzavam por alí até o retorno para a 4a. aula.
Quando muito, assistíamos a um show da Gilda, aquela carinhosa travesti e amiga da gente e víamos um monte de gente matando aula na XV, para ver o calçadão, acho!!!!
E nesta época, a convivência era sadia, amizade oriunda de sala de aula, coisa boa de viver.
Era época de No Woman no Cry, com Gilberto Gil.
Era época da chegada dos Chevettes, todos com rodas e sempre brilhando de limpos.
Era época boa de festas de 15 anos(ainda), mas festas que reuniam pessoas de bem.
E, era uma época salutar de rodas de samba, onde a maioria dos citados acima e mais alguns
sabiam todas as letras de Vinicius de Moraes, sem se aperceber o que aquilo queria dizer.
E nos recreios, quando o papo ficava bom, a 4a. aula ia pro saco.
E dalí para uma empada no Caruso, era um pulo.
Regina usava calça jeans e um collant da Smugller, com aquele cabelo preto até a cintura.
Kita e Silmara, inseparáveis, amigas de Rio Azul desde a infância.
Uma noite, Marco e eu fomos ao Parque em frente ao Passeio Público com Silmara e Kita só para andar de roda gigante.
Homerinho sempre alegre. Gilzinho às vezes meio fora do ar, mas grande amigo.
Silvana Fabianne, impecável já às sete da manhã.
Amizades dos bancos escolares, às vezes traduzidas em namoros, até hoje inesquecíveis....
ou às vezes traduzidas em parcerias, até hoje existentes.
Bons tempos.
Tempos onde o Taiguara cantava e nós entendíamos.
Tempos onde ir na saída do Inter, atrás do Guairão, era uma belo programa.
Tempos onde andávamos a pé, de mãos dadas e a cidade não existia.
Somente nos acolhia.
Tempos que torço para que os jovens de hoje revivam, mas que apresentam mudanças de comportamento.
Segue a vida.
Seguimos nós com recordações e saudades.
Valeu a pena.
E muito......
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
PARCERIA!!!!
Aí o telefone toca, a voz do outro lado se apresenta, diz que fui muito bem indicado,
solicita uma reunião para uma troca de ideias e uma possível parceria de trabalho.
Digo que vou, sempre vou, marcamos hora e me preparo.
Levanto informações sobre o cliente, fala com um, com outro, pesquisa a vida publicitária
do cliente e ficamos meio prontos para ir. Vida publicitária, zero. Vida pessoal, alguma coisa.
Me arrepia quando um cliente fala em "parceria", pois já cheira choro no custo, na criação,
no fee mensal que você pode sugerir.
A vida ensina certas expressões que devem ser evitadas, pelos dois lados.
Mas só o nosso lado aprende.
Cliente que é cliente, sempre vai chorar, negociar, reduzir seu custo mas lhe exigir o máximo.
E nós, ao exigirmos nosso custo real, verdadeiro e justo, às vezes somos taxados de mercenários.
Mas o mercado é assim e assim será por mais alguns anos.
Claro que existem exceções de clientes e de profissionais de propaganda, mas na média, é
por aí.
Chego no cliente, hora marcada, belo escritório, bela recepcionista, foto do cliente tipo poster de cinema, nome dele estampado em letras de alumínio, garrafais para o espaço, música ambiente tipo gospell, já senti onde fui parar.
A agradável recepcionista me pede que aguarde só um minutinho, me oferece café, água,
sorriso, sensualidade, coisa e tal.
Aceito a água e passo a mão numa revista no canto da mesinha lateral: Deus é seu amigo, dizia
o título.
Passam 20 minutos, minha tolerância diz que tá na hora de ir embora, digo pra secretária que ela avise seu chefe que esperei vinte minutos para uma hora marcada por ele, mas estou indo embora e se ele precisar, aqui está meu cartão para agendar outro horário.
Ela diz que não entende, o financeiro estava lá dentro e não iria demorar.
Vou embora e duas horas depois me liga o cidadão, todo cheio de prosa, desculpas e tudo o mais que se fala numa situação dessas.
Me pede que vá imediatamente para lá, digo que não posso, tenho outro compromisso agendado, mas que no dia seguinte, após o almoço, eu poderia ir ao encontro dele.
Ele diz que está bem, agenda 14:30, pontualmente.
No dia seguinte, chego às 14:30 em ponto, sento-me na mesma poltrona, a recepcionista está
mais agradável que no dia anterior e espero por 20 minutos.
Brincadeira tem hora, como diziam meus professores de antigamente.
Levanto-me, me despeço da agradabilíssima e vou embora.
Tem gente que se acha mesmo.....
E não são só clientes ou prospects.
Tem diretora de faculdade que deixa o professor esperando 4 horas e meia para receber um cheque de salário, na véspera do natal.
O cidadão me liga novamente, tenta agendar, se desculpar, diz que precisava demais falar comigo, e eu, educadamente, agradeço a gentileza e digo que não poderei atender seu pedido.
Ele fala, explica e diz o que precisa: uma campanha para a igreja dele, pois ele estava sendo promovido a pastor e precisava angariar mais fiéis.
Diz que em função da conquista de fiéis eu teria uma comissão sobre quem fosse novo a partir da data da campanha. Digo que não posso, mesmo ,mas o cidadão insiste.
Ele sobe o tom, pede para que eu vá naquele momento mesmo, digo que não irei, mas poderia indicar outro profissional à altura para atendê-lo.
Ele diz que quer meu trabalho, a comissão é boa, o trabalho é de parceira e eu desligo o telefone.
Caiu a linha.
Quando o outro lado não entende, melhor "cair a linha".
Parceria fiz até os 30 anos.
Hoje, não mais.
Trabalho é trabalho, tem custos e normas.
Princípios éticos e lógica.
Propaganda não é pastelaria e nem profissão de risco.
Ou você sabe e entende, ou não se meta.
Tanto para clientes quando para profissionais.
Parceria?
Aos 53 do segundo tempo, não tenho mais estômago para isso.
E o pastor vai se virar, não tenha dúvida.
Ainda mais quando ele trocou o verbo do tempo futuro pelo pretérito.
Aí foi de matar.
Mas assim é a vida da gente.
Tem de tudo.
Ainda bem.
solicita uma reunião para uma troca de ideias e uma possível parceria de trabalho.
Digo que vou, sempre vou, marcamos hora e me preparo.
Levanto informações sobre o cliente, fala com um, com outro, pesquisa a vida publicitária
do cliente e ficamos meio prontos para ir. Vida publicitária, zero. Vida pessoal, alguma coisa.
Me arrepia quando um cliente fala em "parceria", pois já cheira choro no custo, na criação,
no fee mensal que você pode sugerir.
A vida ensina certas expressões que devem ser evitadas, pelos dois lados.
Mas só o nosso lado aprende.
Cliente que é cliente, sempre vai chorar, negociar, reduzir seu custo mas lhe exigir o máximo.
E nós, ao exigirmos nosso custo real, verdadeiro e justo, às vezes somos taxados de mercenários.
Mas o mercado é assim e assim será por mais alguns anos.
Claro que existem exceções de clientes e de profissionais de propaganda, mas na média, é
por aí.
Chego no cliente, hora marcada, belo escritório, bela recepcionista, foto do cliente tipo poster de cinema, nome dele estampado em letras de alumínio, garrafais para o espaço, música ambiente tipo gospell, já senti onde fui parar.
A agradável recepcionista me pede que aguarde só um minutinho, me oferece café, água,
sorriso, sensualidade, coisa e tal.
Aceito a água e passo a mão numa revista no canto da mesinha lateral: Deus é seu amigo, dizia
o título.
Passam 20 minutos, minha tolerância diz que tá na hora de ir embora, digo pra secretária que ela avise seu chefe que esperei vinte minutos para uma hora marcada por ele, mas estou indo embora e se ele precisar, aqui está meu cartão para agendar outro horário.
Ela diz que não entende, o financeiro estava lá dentro e não iria demorar.
Vou embora e duas horas depois me liga o cidadão, todo cheio de prosa, desculpas e tudo o mais que se fala numa situação dessas.
Me pede que vá imediatamente para lá, digo que não posso, tenho outro compromisso agendado, mas que no dia seguinte, após o almoço, eu poderia ir ao encontro dele.
Ele diz que está bem, agenda 14:30, pontualmente.
No dia seguinte, chego às 14:30 em ponto, sento-me na mesma poltrona, a recepcionista está
mais agradável que no dia anterior e espero por 20 minutos.
Brincadeira tem hora, como diziam meus professores de antigamente.
Levanto-me, me despeço da agradabilíssima e vou embora.
Tem gente que se acha mesmo.....
E não são só clientes ou prospects.
Tem diretora de faculdade que deixa o professor esperando 4 horas e meia para receber um cheque de salário, na véspera do natal.
O cidadão me liga novamente, tenta agendar, se desculpar, diz que precisava demais falar comigo, e eu, educadamente, agradeço a gentileza e digo que não poderei atender seu pedido.
Ele fala, explica e diz o que precisa: uma campanha para a igreja dele, pois ele estava sendo promovido a pastor e precisava angariar mais fiéis.
Diz que em função da conquista de fiéis eu teria uma comissão sobre quem fosse novo a partir da data da campanha. Digo que não posso, mesmo ,mas o cidadão insiste.
Ele sobe o tom, pede para que eu vá naquele momento mesmo, digo que não irei, mas poderia indicar outro profissional à altura para atendê-lo.
Ele diz que quer meu trabalho, a comissão é boa, o trabalho é de parceira e eu desligo o telefone.
Caiu a linha.
Quando o outro lado não entende, melhor "cair a linha".
Parceria fiz até os 30 anos.
Hoje, não mais.
Trabalho é trabalho, tem custos e normas.
Princípios éticos e lógica.
Propaganda não é pastelaria e nem profissão de risco.
Ou você sabe e entende, ou não se meta.
Tanto para clientes quando para profissionais.
Parceria?
Aos 53 do segundo tempo, não tenho mais estômago para isso.
E o pastor vai se virar, não tenha dúvida.
Ainda mais quando ele trocou o verbo do tempo futuro pelo pretérito.
Aí foi de matar.
Mas assim é a vida da gente.
Tem de tudo.
Ainda bem.
boazinha....
Nada melhor do que a criatividade do brasileiro, tanto na área de propaganda
quanto no dia a dia, com charges, sacadas e frases que caem feito luva para determinadas
situações.
Entre tantas, agora circula na internet o AVATAR da Dilma, com o trocadilho EVITAR.
E uma muito legal, foi a história do amante que presentou a loira com um pacote de
viagem de 10 dias para o Tahiti.
Ela ficou emocionada, correu arrumar as malas, foi para o aeroporto, desceu em SP,
embarcou e dias depois, o amante tem a notícia que a loira morreu.
Ela foi para o Haiti.........
(maldade!!!para as loiras).
quanto no dia a dia, com charges, sacadas e frases que caem feito luva para determinadas
situações.
Entre tantas, agora circula na internet o AVATAR da Dilma, com o trocadilho EVITAR.
E uma muito legal, foi a história do amante que presentou a loira com um pacote de
viagem de 10 dias para o Tahiti.
Ela ficou emocionada, correu arrumar as malas, foi para o aeroporto, desceu em SP,
embarcou e dias depois, o amante tem a notícia que a loira morreu.
Ela foi para o Haiti.........
(maldade!!!para as loiras).
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