Pra quem gosta, bar é bar. E este, novinho em folha, acredito que vale a pena
conhecer. Fica em São Paulo.
Decoração do Barbaridade Bar, que fica na região sul, é baseada nos anos 50 e 60
Aberto há pouco mais de um mês na região sul da cidade de São Paulo, o Barbaridade Bar tem como intuito proporcionar aos clientes a descontração
dos tradicionais "botequins de esquina".
Inspirado nos antigos bares paulistas, serve saladas --como a bárbara (folhas, legumes, frutas e amêndoas fatiadas, por R$ 16)-- e pratos quentes --como o derretido na mandioca (feito com carne de ponta de costela bovina desfiada, acompanhado de mandioca amarela derretida e regado com azeite e lâminas
de alho, por R$ 23, para duas pessoas, ou R$ 15, individual).
O cardápio de bebidas inclui o long drink Bárbara (uma parte de brandy, duas de rum, soda diet, licor de cacau e gelo picado, por R$ 15), chope claro (R$ 3,80, 300 ml), chope escuro (R$ 4,80, 400 ml) e cervejas long neck e especiais. Endereço: av. do Cursino, 989, Saúde, região sul, São Paulo, SP.
Classif. etária: 18 anos.
Para saber mais informações sobre o local,
acesse www.barbaridadebar.com.br.
QUE BOM TER VOCÊ AQUI
Quem escreve, raramente escreve somente para si próprio.
Assim, espero que você leia, goste, curta, comente, opine.
E tem de tudo: de receitas a lamentos; de músicas à frases: de textos longos a objetivos.
Que bom ter você aqui....
Assim, espero que você leia, goste, curta, comente, opine.
E tem de tudo: de receitas a lamentos; de músicas à frases: de textos longos a objetivos.
Que bom ter você aqui....
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
a carta
Dia desses, pra meu espanto, recebi uma carta.
Carta mesmo, daquelas com envelope e tudo, seladas, lacradas,
como se enviava antigamente.
Ainda no elevador vi o remetente e reconheci a letra de uma grande companheira de faculdade da PUC, anos atrás, mas bota anos nisso.
No sofá, abri o envelope e lá estava a carta, escrita à mão, naquelas folhas de bloco de cartas(pra quem não sabe, vendia-se blocos antigamente em papelarias).
O texto, saudoso, dava conta das novidades, dos filhos dela, do casamento,
da cidade nova lá no interior do Mato Grosso e das saudades que ela estava sentindo de um tempo que passou.
Ao mesmo tempo, conseguiu meu endereço com um amigo antigo de colégio, através de um email que ele enviou para ela.
E na carta, com letra bonita e parágrafos corretos, ela dizia que não
achou legal mandar email, pois no tempo da faculdade, escrever cartas
era o meu hobby. Daí, a homenagem em enviar a carta.
Ao terminar de ler linhas gostosas e bem escritas, fui à papelaria e comprei
um bloco de folhas para carta.
A vendedora ficou me olhando, meio assustada, como se aquilo fosse uma compra irregular.
Voltei, apanhei minha caneta preferida(todo mundo tem uma caneta preferida), sentei e comecei a responder a carta, ainda achando tudo aquilo muito estranho, sem digitar nada, sem ajustar ou escolher a fonte.
À mão livre, a fonte foi a minha própria, escrevi três folhas, obedeci às
normas da língua mãe e no envelope também novo, preenchi os dados
exigidos pelos Correios.
A pé, fui ao correio e postei a carta. Que coisa mais estranha e antiga.
Enviar cartas.
Mas gostei do negócio.
Aos poucos, vou fazer um levantamento de endereços de pessoas que me são especiais e vou começar a enviar cartas.
Tá certo que o email veio e dominou os contatos entre amigos e conhecidos, mas a carta, assim como recebi e enviei, fica mais pessoal e aproxima mais pessoas que se dão bem e se gostam. Aliás, pessoas que se gostam e se amam, não deviam usar emails. Numa desavença eles são apagados, quando chegam, é claro. As cartas, por tradição, são guardadas em uma caixa, em uma gaveta, em um lugar que não se joga fora, a não ser por motivo sério ou por falta de sensibilidade.
Aliás, dia desses fui rever emails recebidos tempos atrás. Nenhum arquivado. Mas não tinha nada para ser arquivado. Não recebi nenhum. Sempre enviei.
Se fossem cartas, guardadas estariam e poderiam ter sido relidas, alimentando a saudade que se instala e a alegria em rever certos momentos e assuntos.
Cartas.
Gostei.
Vou adotar. E ir ao Correio, como antigamente, ainda é uma coisa salutar.
Escrever cartas.
Taí um novo hobby para ser alimentado.
Carta mesmo, daquelas com envelope e tudo, seladas, lacradas,
como se enviava antigamente.
Ainda no elevador vi o remetente e reconheci a letra de uma grande companheira de faculdade da PUC, anos atrás, mas bota anos nisso.
No sofá, abri o envelope e lá estava a carta, escrita à mão, naquelas folhas de bloco de cartas(pra quem não sabe, vendia-se blocos antigamente em papelarias).
O texto, saudoso, dava conta das novidades, dos filhos dela, do casamento,
da cidade nova lá no interior do Mato Grosso e das saudades que ela estava sentindo de um tempo que passou.
Ao mesmo tempo, conseguiu meu endereço com um amigo antigo de colégio, através de um email que ele enviou para ela.
E na carta, com letra bonita e parágrafos corretos, ela dizia que não
achou legal mandar email, pois no tempo da faculdade, escrever cartas
era o meu hobby. Daí, a homenagem em enviar a carta.
Ao terminar de ler linhas gostosas e bem escritas, fui à papelaria e comprei
um bloco de folhas para carta.
A vendedora ficou me olhando, meio assustada, como se aquilo fosse uma compra irregular.
Voltei, apanhei minha caneta preferida(todo mundo tem uma caneta preferida), sentei e comecei a responder a carta, ainda achando tudo aquilo muito estranho, sem digitar nada, sem ajustar ou escolher a fonte.
À mão livre, a fonte foi a minha própria, escrevi três folhas, obedeci às
normas da língua mãe e no envelope também novo, preenchi os dados
exigidos pelos Correios.
A pé, fui ao correio e postei a carta. Que coisa mais estranha e antiga.
Enviar cartas.
Mas gostei do negócio.
Aos poucos, vou fazer um levantamento de endereços de pessoas que me são especiais e vou começar a enviar cartas.
Tá certo que o email veio e dominou os contatos entre amigos e conhecidos, mas a carta, assim como recebi e enviei, fica mais pessoal e aproxima mais pessoas que se dão bem e se gostam. Aliás, pessoas que se gostam e se amam, não deviam usar emails. Numa desavença eles são apagados, quando chegam, é claro. As cartas, por tradição, são guardadas em uma caixa, em uma gaveta, em um lugar que não se joga fora, a não ser por motivo sério ou por falta de sensibilidade.
Aliás, dia desses fui rever emails recebidos tempos atrás. Nenhum arquivado. Mas não tinha nada para ser arquivado. Não recebi nenhum. Sempre enviei.
Se fossem cartas, guardadas estariam e poderiam ter sido relidas, alimentando a saudade que se instala e a alegria em rever certos momentos e assuntos.
Cartas.
Gostei.
Vou adotar. E ir ao Correio, como antigamente, ainda é uma coisa salutar.
Escrever cartas.
Taí um novo hobby para ser alimentado.
PRO ULA ULA E PRO CASSOU
O velho acaba de morrer.
O padre encomenda o corpo e se rasga em elogios:
- O finado era um ótimo marido, um excelente cristão, um pai exemplar!!
...A viúva se vira para um dos filhos e lhe diz ao ouvido:
- Vai até o caixão e veja se é mesmo o seu pai que tá lá dentro....
Um padre está em missão em pleno pantanal mato-grossense,
quando surge uma baita onça faminta.
A fera lambe os lábios e se prepara pra dar o bote.
O padre se ajoelha e diz:
- Ó Senhor, incute nesta fera sentimentos cristãos!
E a onça:
- Senhor, abençoai este alimento que vou receber agora !!!
O padre encomenda o corpo e se rasga em elogios:
- O finado era um ótimo marido, um excelente cristão, um pai exemplar!!
...A viúva se vira para um dos filhos e lhe diz ao ouvido:
- Vai até o caixão e veja se é mesmo o seu pai que tá lá dentro....
Um padre está em missão em pleno pantanal mato-grossense,
quando surge uma baita onça faminta.
A fera lambe os lábios e se prepara pra dar o bote.
O padre se ajoelha e diz:
- Ó Senhor, incute nesta fera sentimentos cristãos!
E a onça:
- Senhor, abençoai este alimento que vou receber agora !!!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
bons tempos de dezembroS.......
Início de dezembro:
claro que alguns lembram com nitidez o que era esta época anos atrás.
Notas de colégios para ver quem pegou final, que pegou segunda época,
quem teria que ficar estudando mais que os outros.
Época de começar a falar dos presentes de natal, quando vinham,
e começar a fazer nada, prática muito comum quando tínhamos entre
08 e 13 anos.
Brincar, ver Roy Rogers, Patrulheiros Toddy e outras coisas, ir ao
cinema no Cine Avenida e comprar bala de côco na confeitaria ao lado.
Comer um pedaço de pizza no Acrópole com vitamina batida na hora.
Ir à piscina e ficar de papo pro ar até as cinco da tarde.
Ou ficar em casa estudando para a prova final de Física, Biologia,
Português (que era eliminatória).
Dezembro marcava o início das férias e o início do ócio.
Ainda crianças ou já pré-adolescentes, não tínhamos nem idéia do
que nos aguardava, mas valeu a pena crescer.
Hoje, corremos pra lá e pra cá, sem tempo de pensar em presentes,
mas sabendo que estes fazem parte do lado comercial do natal.
O lado afetivo, cada um vê como pode.
E alguns, até esquecem o que se comemora na data. Pena.
Na infância, a expectativa de ganhar ( ou não) aquele presente,
movimentava a cabeça da gente. E o comércio também.
E na noite do dia 24, geralmente entre parentes, lá vinha o presente esperado.
Num natal lá na casa da Benjamin Constant, jamais vou esquecer a cara da minha filha Isabella quando entrei na sala com um urso quase do meu tamanho, logo depois que todos ganharam seus presentes.
Ela havia ficado tristinha, mas quando entrei na sala por último,
e trazendo o urso, a menina renasceu.
E é isto que vale.
Quando se pode fazer, se faça.
Quando não se pode, explica-se e não se alimenta.
Bons tempos dos inícios de dezembro.
Fazer nada é bom de vez em quando.
Agora, nos tempos modernos, fazer nada está cada vez mais difícil,
embora necessário.
Mandei uma cartinha para o Papai Noel. Nela, deixei bem claro que
não quero presentes, mas sim somente uma caixinha.
E que na parte da tampa da caixinha, tenha escrito: paz.
claro que alguns lembram com nitidez o que era esta época anos atrás.
Notas de colégios para ver quem pegou final, que pegou segunda época,
quem teria que ficar estudando mais que os outros.
Época de começar a falar dos presentes de natal, quando vinham,
e começar a fazer nada, prática muito comum quando tínhamos entre
08 e 13 anos.
Brincar, ver Roy Rogers, Patrulheiros Toddy e outras coisas, ir ao
cinema no Cine Avenida e comprar bala de côco na confeitaria ao lado.
Comer um pedaço de pizza no Acrópole com vitamina batida na hora.
Ir à piscina e ficar de papo pro ar até as cinco da tarde.
Ou ficar em casa estudando para a prova final de Física, Biologia,
Português (que era eliminatória).
Dezembro marcava o início das férias e o início do ócio.
Ainda crianças ou já pré-adolescentes, não tínhamos nem idéia do
que nos aguardava, mas valeu a pena crescer.
Hoje, corremos pra lá e pra cá, sem tempo de pensar em presentes,
mas sabendo que estes fazem parte do lado comercial do natal.
O lado afetivo, cada um vê como pode.
E alguns, até esquecem o que se comemora na data. Pena.
Na infância, a expectativa de ganhar ( ou não) aquele presente,
movimentava a cabeça da gente. E o comércio também.
E na noite do dia 24, geralmente entre parentes, lá vinha o presente esperado.
Num natal lá na casa da Benjamin Constant, jamais vou esquecer a cara da minha filha Isabella quando entrei na sala com um urso quase do meu tamanho, logo depois que todos ganharam seus presentes.
Ela havia ficado tristinha, mas quando entrei na sala por último,
e trazendo o urso, a menina renasceu.
E é isto que vale.
Quando se pode fazer, se faça.
Quando não se pode, explica-se e não se alimenta.
Bons tempos dos inícios de dezembro.
Fazer nada é bom de vez em quando.
Agora, nos tempos modernos, fazer nada está cada vez mais difícil,
embora necessário.
Mandei uma cartinha para o Papai Noel. Nela, deixei bem claro que
não quero presentes, mas sim somente uma caixinha.
E que na parte da tampa da caixinha, tenha escrito: paz.
DIA NACIONAL DO SAMBA
2 de dezembro.
Dia Nacional do Samba.
Um ritmo só nosso, exclusivo, nascido e criado por aqui.
Só brasileiro entende de samba e toca samba, além de cantar o samba.
Em 1938 institui-se esta data e é comemorada por quem gosta de samba.
Aliás, caipirinha e samba são sinônimos de Brasil.
E, desde que Donga gravou o primeiro, temos exclentes sambas no cancioneiro nacional.
Então hoje, como é dia de baladas, dêem um tempo no rock e curtam um samba. Aquele do violão de 7 cordas, do pandeiro, da caixinha de fósforo e do cavaquinho que puxa a melodia.
Hoje é dia de ouvir um bom Paulinho da Viola, um Zeca Pagodinho dos tempos iniciais, uma Leci Brandão, uma Beth Carvalho, a Madrinha do Samba, um Nelson Alfaiate, uma Alcione, um Exaltasamba, bom grupo e fiel às raízes, um Demônios da Garoa, enfim, hoje é dia de curtir o que temos de bom e é somente nosso. Não confundam com mambos e rumbas, toques estrangeiros, pois eles não conseguem acompanhar nosso ritmo, pouco menos no samba.
E quem aprende, não se liberta jamais.
Dia do Samba.
Dia de saber que música faz parte da vida do ser humano.
E como diz a letra: "quem não gosta de samba, bom sujeito não é. Ou é ruim da cabeça, ou é doente do pé.
"...O pandeiro tem um som maneiro,
chega no terreiro bota pra quebrar
O Tantan vem cortando ligeiro,
cortando faceiro até o sol raiar
Reco-reco vem centralizando,
cavaco chorando, olha o banjo no ar
Todo mundo sambando e cantando,
que nosso samba já vai começar
Quem é bamba entra na roda,
quem não é bamba também pode entrar
Nosso samba não tem preconceito,
todos tem direito de participar..."
(desconheço o autor).
Dia Nacional do Samba.
Um ritmo só nosso, exclusivo, nascido e criado por aqui.
Só brasileiro entende de samba e toca samba, além de cantar o samba.
Em 1938 institui-se esta data e é comemorada por quem gosta de samba.
Aliás, caipirinha e samba são sinônimos de Brasil.
E, desde que Donga gravou o primeiro, temos exclentes sambas no cancioneiro nacional.
Então hoje, como é dia de baladas, dêem um tempo no rock e curtam um samba. Aquele do violão de 7 cordas, do pandeiro, da caixinha de fósforo e do cavaquinho que puxa a melodia.
Hoje é dia de ouvir um bom Paulinho da Viola, um Zeca Pagodinho dos tempos iniciais, uma Leci Brandão, uma Beth Carvalho, a Madrinha do Samba, um Nelson Alfaiate, uma Alcione, um Exaltasamba, bom grupo e fiel às raízes, um Demônios da Garoa, enfim, hoje é dia de curtir o que temos de bom e é somente nosso. Não confundam com mambos e rumbas, toques estrangeiros, pois eles não conseguem acompanhar nosso ritmo, pouco menos no samba.
E quem aprende, não se liberta jamais.
Dia do Samba.
Dia de saber que música faz parte da vida do ser humano.
E como diz a letra: "quem não gosta de samba, bom sujeito não é. Ou é ruim da cabeça, ou é doente do pé.
"...O pandeiro tem um som maneiro,
chega no terreiro bota pra quebrar
O Tantan vem cortando ligeiro,
cortando faceiro até o sol raiar
Reco-reco vem centralizando,
cavaco chorando, olha o banjo no ar
Todo mundo sambando e cantando,
que nosso samba já vai começar
Quem é bamba entra na roda,
quem não é bamba também pode entrar
Nosso samba não tem preconceito,
todos tem direito de participar..."
(desconheço o autor).
CALOU-SE UMA VOZ
Não o conhecíamos.
Nunca o vimos.
Uma vez, apareceu no Jô,mesmo assim gerou dúvidas.
Crescemos e nos criamos com a voz dele.
Aos domingos, principalmente, quando ele anunciava as Lojas Tamakavi, o Baú e os prêmios do Programa Silvio Santos.
Faleceu o Lombardi, o amigo oculto do Silvio Santos.
Uma voz que fazia parte de nossa casa, era nosso amigo, tão antigo quanto Tarcísio Meira e Glória Menezes.
Um homem que ganhou a vida falando.
E bem.
Que ele descanse em paz e que o Silvio encontre alguém tão bom e simpático quanto ele.
Aliás, nunca o vimos, mas sempre gostamos dele.
Pelo menos, Deus ganha um locutor de primeira linha em seus domínios e nós ficamos na saudade.
Como disse um aluno meu: e agora, quem vai cantar os números da Tele Sena???
Nunca o vimos.
Uma vez, apareceu no Jô,mesmo assim gerou dúvidas.
Crescemos e nos criamos com a voz dele.
Aos domingos, principalmente, quando ele anunciava as Lojas Tamakavi, o Baú e os prêmios do Programa Silvio Santos.
Faleceu o Lombardi, o amigo oculto do Silvio Santos.
Uma voz que fazia parte de nossa casa, era nosso amigo, tão antigo quanto Tarcísio Meira e Glória Menezes.
Um homem que ganhou a vida falando.
E bem.
Que ele descanse em paz e que o Silvio encontre alguém tão bom e simpático quanto ele.
Aliás, nunca o vimos, mas sempre gostamos dele.
Pelo menos, Deus ganha um locutor de primeira linha em seus domínios e nós ficamos na saudade.
Como disse um aluno meu: e agora, quem vai cantar os números da Tele Sena???
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Tá assustado? Não fique....
Que deputados e políticos, de modo geral, gostam de dinheiro, não há dúvida.
Existem alguns sérios, desgarrados, dedicados e corretos, mas acredito que cabem na palma de uma das mãos.
Que eles gostam de dinheiro está mais do que claro para a população brasileira. Aliás, esta é a finalidade da eleição. Ganhar dinheiro. Não bastassem os salários e benefícios, além de notas frias e falcatruas dentro do ambiente de trabalho, ainda tem propinas pagas mediante orações feitas por um pastor.
Nenhum deles quer legislar e auxiliar sua vida.
Quando muito, aprovam alguma lei polêmica e de efeito social para não ficarem tão mal perante a opinião pública.
Esta de colocar dinheiro na meia, de receber tudo em dinheiro e ainda abraçar quem paga, é coisa corriqueira.
Se instalássemos mini-câmeras em todos os locais por onde circulam os políticos, a televisão não teria espaço para apresentar tanta sacanagem.
E para nós, que ainda trabalhamos, recebemos e pagamos certos impostos, isto é mais do que um ultraje. É um ultraje sem rigor, sem vergonha na cara, um ato de roubo em plena luz do dia. E ainda querem prender quem rouba galinhas para comer.
Eles(os políticos) sabem que nada lhes vai acontecer, por isso, mão na massa e na grana, que ninguém é de ferro.
E na próxima eleição, o povo já esqueceu tudo. Eles saem às ruas e se reelegem, em parte com este dinheiro que estão recebendo no dia a dia, oriundo de propinas e desvios de licitações, obras, concorrências e amizades.
Culpados os dois lados: o que paga e o que recebe.
Mas assim anda nosso país e nada vai mudar esta realidade.
Ao votar em um político, qualquer que seja, já vote sabendo que ele irá receber seu por fora, irá desviar o resultado de alguma licitação e que ele, assim como a maioria, irá se corromper e mudar sua vida. A vida dele, não a sua.
Tá assustado? Não fique.
Estas cenas que vimos e ainda veremos, fazem parte da cultura brasileira.
E nós, mais uma vez, sentados no sofá olhando a Globo, a Band, a Veja e todos mostrarem, mas nada fazerem.
No Uruguai um ex-terrorista tupamaro foi eleito presidente.
Na Argentina, o povo vai às ruas, bate panela, quebra tudo, protesta.
No Chile, centenas de milhares morreram dentro de um estádio de futebol quando aconteceu a troca de poder.
Na Coréia, acontecem coisas que a gente nem sonha, e o povo, calado, protesta.
Aqui, até o protesto é combinado antes para não dar em nada depois.
Tá assustado?
Não fique.
Esta camarilha ainda vai longe.
E nós, com eles.
Não se salvam 80%.
E os 20% que prestam, cumprem apenas um mandato.
Não têm estômago para ir em frente.
Pena,
Realmente uma pena.
Existem alguns sérios, desgarrados, dedicados e corretos, mas acredito que cabem na palma de uma das mãos.
Que eles gostam de dinheiro está mais do que claro para a população brasileira. Aliás, esta é a finalidade da eleição. Ganhar dinheiro. Não bastassem os salários e benefícios, além de notas frias e falcatruas dentro do ambiente de trabalho, ainda tem propinas pagas mediante orações feitas por um pastor.
Nenhum deles quer legislar e auxiliar sua vida.
Quando muito, aprovam alguma lei polêmica e de efeito social para não ficarem tão mal perante a opinião pública.
Esta de colocar dinheiro na meia, de receber tudo em dinheiro e ainda abraçar quem paga, é coisa corriqueira.
Se instalássemos mini-câmeras em todos os locais por onde circulam os políticos, a televisão não teria espaço para apresentar tanta sacanagem.
E para nós, que ainda trabalhamos, recebemos e pagamos certos impostos, isto é mais do que um ultraje. É um ultraje sem rigor, sem vergonha na cara, um ato de roubo em plena luz do dia. E ainda querem prender quem rouba galinhas para comer.
Eles(os políticos) sabem que nada lhes vai acontecer, por isso, mão na massa e na grana, que ninguém é de ferro.
E na próxima eleição, o povo já esqueceu tudo. Eles saem às ruas e se reelegem, em parte com este dinheiro que estão recebendo no dia a dia, oriundo de propinas e desvios de licitações, obras, concorrências e amizades.
Culpados os dois lados: o que paga e o que recebe.
Mas assim anda nosso país e nada vai mudar esta realidade.
Ao votar em um político, qualquer que seja, já vote sabendo que ele irá receber seu por fora, irá desviar o resultado de alguma licitação e que ele, assim como a maioria, irá se corromper e mudar sua vida. A vida dele, não a sua.
Tá assustado? Não fique.
Estas cenas que vimos e ainda veremos, fazem parte da cultura brasileira.
E nós, mais uma vez, sentados no sofá olhando a Globo, a Band, a Veja e todos mostrarem, mas nada fazerem.
No Uruguai um ex-terrorista tupamaro foi eleito presidente.
Na Argentina, o povo vai às ruas, bate panela, quebra tudo, protesta.
No Chile, centenas de milhares morreram dentro de um estádio de futebol quando aconteceu a troca de poder.
Na Coréia, acontecem coisas que a gente nem sonha, e o povo, calado, protesta.
Aqui, até o protesto é combinado antes para não dar em nada depois.
Tá assustado?
Não fique.
Esta camarilha ainda vai longe.
E nós, com eles.
Não se salvam 80%.
E os 20% que prestam, cumprem apenas um mandato.
Não têm estômago para ir em frente.
Pena,
Realmente uma pena.
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